In construction

Dedication and Introduction: Theft and False Accusation

Dedication and Introduction to Theft and False Accusation

 I dedicate this poem to my brother whom, I believe, might have some doubt about the subject matter covered in this verse.

          This poem is about a very sad story of treachery and misunderstanding and consequently a false accusation which made me suffer a lot, and has not yet reached its final conclusion. One could say it is about a battle that I am still fighting to this day.

           I relate the whole story in a chapter of the third book of the Horizon Saga, entitled: Ample Horizons, which is already safely composed, well aware that some will not be happy by the disclosureof these details.

            The police in Brazil have a language of their own which for most of us, with an untrained ears, can be rather puzzling. In a way it is something like computer language that in the beginning made me a little confused. It is possible that the armed forces also use this language, I do not really know, but one can hear it spoken in a radio where they report the everyday street crimes. There used to be an old woman who worked for us for many years and lived in our flat in Rio called Ersilia, who was very fond of the police radio. And while she cooked delicious food she listened to absolute horrors on this wireless station. For instance, for them a car or a truck or a jeep is always a vehicle; a theft or a mugging for instance, are a sinister; finally, a suspect or a criminal, I think, is an element. The only ones that remain the same are the victims. These do not change their name.

ALP Gouthier, May 2013

Dedicatoria & Introdução a Roubo e Acusação Falsa

 


 Dedicatória e Introdução a Roubo e Acusação Falsa

Ver. 2013 Maio/AG

       Eu dedico esse poema ao meu irmão quem eu acredito, ainda tem alguma duvida sobre o acontecimento descrito nesse verso.

       Esse poema é sobre uma historia muito triste de traição e desentendimento e consequentemente sobre uma acusação falsa que me fez sofrer muito, a qual ainda não alcançou o seu final. Pode-se dizer que é sobre uma batalha que eu estou ainda lutando. Já está escrito

            Eu conto toda a historia num capitulo do meu terceiro livro da Saga do Horizonte intitulado: Horizontes Amplos, o qual já está escrito e seguramente guardado, bem ciente de que algumas pessoas não ficarão contentes com essa revelação desses detalhes.

            A polícia do Brasil tem um idioma próprio o qual para a maior parte de nós, não habituados a isso, pode ser bastante estranho. De um certo modo é alguma coisa como a linguagem de computador que no principio me deixou um pouco confusa. É possível que as forças armadas também falem assim entre eles, eu não sei, mas pode se escutar essa língua numa radio onde eles informam sobre os crimes de rua. Havia uma senhora que trabalhou para nós durante muitos anos e morava no nosso apartamento que se chamava Ersília, que gostava muito de escutar a Radio Policia. E enquanto ela preparava pratos deliciosos ela escutava horrores nessa estação. Por exemplo, para eles um carro, caminhão ou jipe são todos viaturas; Um roubo ou um assalto por exemplo são um sinistro; E finalmente um suspeito ou um criminoso, eu acho que são elementos. Os únicos que não mudam de nome são as vitimas.

ALP Gouthier

Maio 2013


 

 

 

Poem: Theft & False Accusation /Written: 2013

Period Covered: 1970 - 2013

Theft and False Accusation

Ver. June 2013/AG/MW

 

1-The burden of false accusation

Flew in my direction, but silent,

Unspoken, heavy and grave,

At the time never reaching my ears.

 

2-For long I could not defend myself

Through lack of Knowledge of it, or

Of events that caused suspicion, still

It weighed on my shoulders heavily.

 

3-Silence reigned and coldness too,

No one had kindness to tell me truth,

But for my mother’s faithful love

I lived in constant dejection.

 

4-I thought family anger due to

My choice of living far from my home,

And did not suspect other mishap,

Just thought I had lost the love of some.

 

5-So the former trust among us

Became instead so strained,

Caused by thieves too close to us

With their lies for personal gain.

 

6-In the year of my mother’s death

I was informed of accusation,

And swiftly confronted my father,

To whom I expressed my innocence .

 

7-My suspicions were aroused when told

To forget this story. But no!

I continued to search for proof;

It became an endless, ceaseless quest.

 

8-At last I found good evidence, 

Though father’s dead, cannot see it.

His goods never attained their goal,

Were strayed at source, stolen near home.

 

9-Here I talk of a mystery,

And further try to clean my name,

Through words that point at culprits shamed,

So that I now can live in peace.

 

10-Listen my brother; can you hear me?

The villains are out there, still close,

I will never stop protesting

I was a victim of this plot.

   ©ALP Gouthier

    May 2013


 

 

Roubo e Acusação Falsa/ Escrito: 2013

Periodo da História: 1970 - 2013

Roubo e Acusação Falsa

Ver. June 2013/AG/MW

 

O peso da acusação falsa

Voou na minha direção, muda,

Silente, pesada, muito grave.

Mas nunca chegou aos meus ouvidos.

 

Sem me defender por muito tempo,

Não conhecendo a acusação,

Detalhes que causaram suspeita.

Mesmo assim, bem pesou nos ombros.

 

Silencio e frieza reinaram,

Todos sem coragem de contar-me.

Exceto por amor de minha mãe,

Vivi muitos anos rejeitada.

 

Eu, pensando minha culpa ser a

Decisão viver longe de casa,

Nunca suspeitei outro motivo,

P’ra ter perdido amor de alguns.

 

Então estragada confiança

Que antes existia entre nós,

Pelo ato de ladroes, próximos,

Com mentiras e ganho próprio.

 

No ano da morte de minha mãe,

Fui informada da acusação.

Confrontei meu pai sobre assunto,

E expressei minha inocência.

 

Suspeitei quando fui advertida:

Esqueça, pois a nada levará;

Mas continuei a buscar provas;

Procura sem fim, interminável.

 

A final evidencia encontrei,

Meu pai morreu e não pode mais ver.

Posses suas perderam destino,

Desviadas próximos à fonte.

 

Aqui assinalo mistério,

Tentando mais a exonerar-me,

Através palavras que apontam

Culpa, para poder viver em paz.

 

Atenção meu irmão; Escute-me:

Os vilões estão ai, próximos.

Eu nunca deixarei de protestar,

Fui uma vitima desse complô.

 

©ALP Gouthier

May 2013

Write a new comment: (Click here)

SimpleSite.com
Characters left: 160
DONE Sending...
See all comments

| Reply

Latest comments

24.04 | 11:26

The Battle is a very impressive poem for me. I really like this. I also share this my friends during my https://www.goldenbustours.com/new-york-ny-tours/

...
23.06 | 23:47

Hi Anna ! Congratulations for your site ! Very touching, the passage in which you expose your sorrow for not being able to cooperate with your father...

...
15.02 | 18:09

Boa tarde, agradecia o seu contacto para o meu email, pois precisava de esclarecer um assunto relativo a um Prédio em Lisboa. Melhores cumprimentos,

...
21.01 | 17:57

Congratulations! Alls sucess

...
You liked this page
Hi!
Make your own website like I did.
It's easy, and absolutely free.
AD