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Pampulha Chapel / Capela da Pampulha

About the Message

A Tram, 19th Century City Transportation / Um Bonde, Transporte do Seculo 19.

The Message

Rev. Jan 2013

             This poem was written for my contemporary fellow countrymen, who by their unjust persecution of my family and of myself, made of me a better, more capable and complete person then I would probably have become had none of this happened.

            It is only in my Horizon Saga, a quartet that I am writing, that the whole story will pour out, bit by bit, of the happiness and the tribulations of our lives, from the family’s point of view.

 ALP Gouthier

Sobre a Mensagem

19th Century Church / Igreja do Seculo 19

 A Mensagem

Rev. Fev 2013

               Este poema foi escrito para os meus conterrâneos contemporâneos que pela sua injusta perseguição à minha família e à minha pessoa, propiciaram que eu me tornasse uma pessoa melhor, mais capaz e mais completa do que eu provavelmente me teria tornado se nada disso tivesse acontecido.

            É somente na minha “Saga do Horizonte”, um quarteto que estou escrevendo que a historia completa se derrama, pedaço por pedaço, sobre a felicidade e as tribulações de nossas vidas, do ponto de vida da família.

 ALP Gouthier 

Poem: Message to Birth Land/ Written: 2010

Liberty Square / Praça da Liberdade

Period Covered: 1950 - 2013

Message to Birth Land

Ver: 22 March 2013\AG\MW

 21 Stanzas

 

1-Remember me still now that I have gone?

To distant world invisible from view,    

To my chosen land and my chosen dreams,

Far from your voices, and from all your might.

 

2-I am now where you can no longer reach me,

 You fade from sight, but do not fade from mind!

False accusations distance have to fly,

Then sound like murmurs, whispers on the wind.

 

3-Now that you can no longer stone my dreams

Or disclaim my mind with all your distant screams;

I’ve made my image sheer as a mirage,

That floats so still and far away from touch.

 

4-As strangers there we lived in our surrounds,

But never could you breech our private home;

The perfect life we lived - when with our own,

Happy for us, complete and full of warmth. 

 

5-Old home I loved, just mine, within your town

That gave me berth and sanctuary to bloom,

A niche protected, from strangers’ cruel world,

Wherein for years I had to be and grow.

 

6-Parents created, our own wonderland,

Of peace and beauty where alone we lived;

But when I stepped into your world outside,

I found a jungle of Aggression- trees.

 

7-Those who gave me means to choose new life,

Through days of pain far from me had to live;

They saved me from the torment of your fields;

Allowed my fate in happier grounds afar.

 

8-My perfect life that there existed then,

Created bonds eternal in my mind;

To which I come but little I do find,

To which I’m bound by memory’s great might.

 

9-Parents are gone to float elsewhere unseen,

 No more exist but still I search for them,

Their image now I struggle to protect,

By telling the true story of our lives.

 

10-And thus embraced by the bonds of memory,

I carry on the mark of heritage,

In my own blood, as well as in my mind,

Head raised in pride, and love within my heart.

 

11-So now I’m gone, and you no longer can,

Child persecutors, bullies and other fiends,

Torment my life, my heart, and all my days,

You’ve lost your power; in time that was my gain.

 

12-Now my horizons other have become

And your horizons are nothing but my past;

I contemplate such fresh and pleasant sights

Of flowers growing in gardens of life.

 

13-In me you found no dormant, passive foe.

I had the strength to flourish and to fly;

Grow strong in mind through effort and through work,

Make a new world in which to live and thrive.

 

14-I break my silence, of so many years,

To speak out loud, let words my thoughts express;

And see me now, your world, no longer may,

I’m just a spectre roaming her birth-land.

 

15-I won’t be quiet, now I won’t be still,

I’ll tell my tale, compose my story will;

My words shall live, through time, they will survive,

And give our story its eternal life.

 

16-I’ll not let injury alone exist,

My version of our lives shall so be freed;

I’ll throw my story, to the winds of time,

To challenge myths and so expose your lies.

 

17-Infamous accusers! Calumny !

Dared re-invent the story of my life,

But your falsehoods can never proven be,

Forbears are gone; what more can you do me?

 

18-Your hurtful words, that were so deeply felt,

Have lost their strength, fall flat upon the ground;   

Through time and distance has my freedom come,

The past is dead, too late for thought or grief.

 

19-My silent words, are all that now can speak,

When written down; so I have learned to use;

Them to retort, send verse to hearing eyes,

To those who never thought I’d raise my voice.

 

20-Beware birth-land of me on distant shores

As final war between us is declared

I’m on my guard against your future threats

And have thus raised my battle Tacapé.

 

21-We native warriors sprung from common lands

Are born to fight and never to give in

Tradition makes us hate where we see hate

It is our nature and there’s no escape.

 

© ALP Gouthier, 2010 

Poema: Menssagem à Terra Natal /Escrito: 2010

Minas Gerais Academy of Letters / Academia de Letras de Minas Gerais

Periodo da Historia: 1950 - 2013 

 Mensagem à Terra Natal

Rev:March2013\AG\Ev\Metre

 21 Estrofes

 

1- Lembrem de mim que para distante fui embora

Para mundo longe do alcance dos seus olhos,

Para terra escolhida e outros sonhos meus;

Longe de suas vozes e fora do o seu poder.

 

2-Quando não mais puderem alcançar-me com a sua voz,

Distancia apaga a sua visão, não a memória;

Palavras críticas têm muito a voar então,

Como murmúrios chegam aos ventos a soprar.

 

3-Não podem mais apedrejar todos os meus sonhos,

Ou desacreditar o meu qualquer poder mental;

Fiz de minha imagem para vós só uma miragem,

Que voa leve, mas bem longe do seu alcançar.

 

4-Lar que amei e que tive nessa terra sua,

E que me deu berço onde eu me desenvolver,

Assim protegida de vosso mundo tão cruel,

Onde nasci, lá cresci, e um dia eu vivi.

 

5-Meus pais criaram-me em um mundo encantado,

De paz e beleza, feito só pra nós vivermos;

Mas quando saí ao vosso grande mundo externo,

Selva eu encontrei a crescer pés de Agressão.

 

6-Aos que me deram o poder de vida escolher,

Minha distancia causou também grande pesar;

Mas me salvaram de ai viver grande tormenta,

E pude assim, amplos campos longes encontrar.

 

7-No mundo vosso onde vivi o meu passado,

Laços eternos criaram então dentro de mim,

Aos quais eu volto, mas já pouco encontro eu lá,

Busco sombras do passado, daqueles que amei.

 

 8-Eles se foram já a outros planos flutuar,

Não mais existem, mas volto ainda procurar;

Sua memória tento agora proteger,

Ao descrever a nossa vida que existiu.

 

9-E assim presa sou, pelas forças da lembrança,

Carrego forte a marca de uma herança,

No sangue e nas lembranças de uma infância,

Com muito orgulho e com amor no coração.

 

10-Distante agora já não podem me atingir,

Os perseguidores, de crianças e outros mais,

A atormentar-me a vida e os meus dias,

As forças perdem, e com o tempo, eu as ganho.

 

11-Meus horizontes, outros se tornaram agora;

Vossos horizontes são apenas meu passado;

As minhas vistas novas são bem do meu agrado,

Tem muitas flores no jardim que eu cresci aqui.

 

12-Não encontraram em mim uma vitima passiva,

Eu tive força para ir-me e para crescer;

Forte em mente e através minhas palavras,

Ganhei um mundo, onde em paz desenvolver-me.

 

13-Quebro aqui, de longa data, o silencio,

Essas palavras jogo expressando minha voz;

Mas ver-me mais, o seu mundo não o fará,

Para vós sou um fantasma que vaga por meu lar.

 

14-Acusadores, de calunias, e tão infames,

Ousaram até a minha vida reescrever,

Mas o falso não se rende a comprovar-se,

Pais já se foram, só podem a mim fazer sofrer.

 

15-Não mais me quietarei e não me calarei jamais,

Minha historia então agora contarei;

Minha voz escrita assim irá sobreviver,

E minha versão propagara-se para o além.

 

 16-Não deixarei a sua injuria existir só,

Contando historias liberarei nossas vidas;

Aos ventos do tempo, elas então reviverão,

Desafiando os vossos mitos e mentiras.

 

17-Vossas ofensas que tanto me doeram,

Perdem a força e já caem em solo, fracas;

O tempo e a distancia me deram a liberdade,

Tarde demais para emendas então criar.

 

18-As mudas palavras que agora eu expresso;

Os sons escritos que eu aprendi então rimar,

Para as respostas, aos seus olhos, que me lerem,

Àqueles que pensaram eu não falaria mais.

 

19-Terra natal atente a mim aqui distante,

Guerra final eu já ouvi o declarar também

Estou em guarda contra os seus novos ataques

Mantenho erguido o Tacape da batalha.

 

20-Guerreiras indígenas dessa terra em comum

Nascem a lutar pois desconhecem o desistir;

Tradição traz ódio onde ódio encontramos;

É a natureza da qual não pude eu fugir.

 © ALP Gouthier, 2010

Liberty Palace / Palacio da Liberdade

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24.04 | 11:26

The Battle is a very impressive poem for me. I really like this. I also share this my friends during my https://www.goldenbustours.com/new-york-ny-tours/

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23.06 | 23:47

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