The Hideaway / O Esconderijo//2002-2013

The Buda Pond / A Fonte de Buda

About The Hideaway

Period Covered: 2002 to Present Date

About the Hideaway:

Rev. Jan 2013

             This poem represents the verbal pictorial- description of a place I set up for myself, in the city of Rio de Janeiro, which became a stepping stone to my final destination.  It provided me with an environment of beauty in which to rest on my way back to where I wanted to be.

            One of my favourite books, for a long time, was Travels with my Aunt, by Somerset Maugham. In it the aunt tells her nephew about the story of “Uncle Joe”, who was someone she had known back when she lived in Milan, as such:

Uncle Joe was very said because he had been told by his doctor that his heart problems would not allow him to continue with a life of constant travels, as he was so fond of doing. At the times of the story the span of travel for a European was l, usually, about Europe itself, most likely by boat or train, through the endless wonders and charms of the old continent. So, impeded to exert his greatest pleasure, he bought a very large house in the countryside, which had been devalued by its proximity of an auto-strada, and decorated, each part of it, in the style and fashion of the countries he was fond of visiting, and could no longer go to.

The aunty went on to relate the events of a week-end when she went to visit Uncle Joe, in his country house:  I was downstairs conferring about Joe’s health, with his nurse, when we heard a loud bang, coming from upstairs. Startled we both run up the stairs to find Uncle Joe sprawling, on the floor of the corridor, wearing his overcoat and hat, carrying an umbrella and a travel case on the other side. He had died the way he had wanted to live, traveling between Italy and France, or was it someplace else?

             So I was only waiting to have a place large enough to represent in it some of my favourite countries. And I did it. At my Hideaway I travel from country to country, some of which my poem depicts.

 ALP Gouthier

Sobre o Esconderijo

Artistic Security/ Segurança Artistica

Periodo da Historia: 2002 a Presente Data.

 Sobre o Esconderijo:

 Ver. Jan 2013

             Esse poema representa uma descrição verbal de um lugar que fiz para mim-mesma, na cidade do Rio de Janeiro, que se tornou um atalho de pedras onde pisar, no meu caminho de volta ao meu destino final. Passou a ser um local de beleza onde descansar no meu caminho de volta para onde eu queria estar.

            Um dos meus livros favoritos, por muito tempo, era Viagens com a minha Tia, de Somerset Maugham. Nele a tia conta ao seu sobrinho uma historia do “Tio Joe”, que era alguém que era alguém que ela havia conhecido quando ela morou em Milão, que é assim: Tio Joe havia sido informado pelo seu medico que devido aos seus problemas de coração, não poderia mais continuar a viajar constantemente, como ele gostava de fazer. Na época dessa historia a abrangência usual das viagens feitas pelos Europeus era pela Europa mesmo, através das maravilhas e do charme do velho continente, e geralmente feitas de navio ou de trem. Então, assim impedido de realizar o seu grande prazer, Joe comprou uma casa muito grande, que havia perdido o seu valor devido à proximidade de uma autoestrada e decorou, cada parte dela, no estilo e moda de um dos países que ele gostava de viajar, e para onde não podia mais ir.

A tia continuou seu relato dos acontecimentos de um fim de semana no qual ela foi visitar o Tio Joe, na sua casa de campo:  Eu estava lá em baixo conversando com a enfermeira do Joe sobre a sua saúde quando escutamos um forte barulho vindo lá de cima. Assustadas, corremos as duas, escada a cima, e encontramos o Tio Joe caído no corredor, vestido de seu casaco e chapéu, carregando um guarda-chuva e mala na outra mão. Ele havia morrido do modo que havia querido viver, viajando entre a Itália e a França, ou era qualquer outro país?

             Então eu, só estava esperando ter um apartamento grande bastante para eu representar nele alguns de meus países favoritos. E assim foi feito. No meu Esconderijo eu viajo de país em país, come descrevo em meu poema.

 ALP Gouthier


 

Poem: The Hideaway

Chinese & Brazilian Porcelaine / Porcelanas Chinesas e Brazileiras

The Hideaway

Ver. April 2013/ AG/Metre:10/MW

 4 Stanzas

 

1-Eighteenth century views and scenes baroque-

Of Minas’ hills stand next to China urns,

Of clay ornate and painted artefacts,

From distant hills to south Atlantic seas,

Together face the waves and islands near.

 

2-As one climbs the steps of marble colours-

Those Minas’ hills transform into old lands,

Now Indian plains like magic there appear,

Indoors enriched by brilliant Mogul lace,-

And latticed wood screens shade the outside views.

 

3-We glide, then burst upon another scene,-

Of golden carvings from old Bali dreams;-

Paintings display these distant island days, 

Cool pond refreshes heat inducing peace,

Inviting one there to remain and rest.

 

4-At last one climbs to roofs open to sky,-

And Babylonian gardens suspended,-

Where sprout lush greens; blooms wild and colourful,

Surrounded by majestic sights abound,-

Hills of granite, and blue seas flat and wide,

Enclose a private, hidden Southern dream.

 © ALP Gouthier, 2011



 

Indian Wooden Screening / Biombos Indianos de Madeira

Poema: O Esconderijo

Balinese Fountain / Fonte Balinesa

 O Esconderijo

Ver. March2013, AG\Metre

 4 Estrofes

 

 1-Vistas e cenas de nosso passado barroco

Em morros de Minas, ao lado urnas chinesas,

Artefatos pintados e ornados trazidos

De um monte distante a mares Atlânticos,

Juntos a ver ondas e ilhas ao longe no mar.

 

2-E, apos subir paços de mármore rosado,

Os morros de Minas se tornam terras distantes,

Planícies da Índia por magica surgem;

Ricos bordados mongóis que decoram as vistas,

Cercados de rendas em madeira cortadas.

 

3-Seguimos caminho a sair em outra cena,

De entalhos dourados e de sonhos de Bali,

Que quadros pintados retratam dias vividos;

E fonte refresca ambiente trazendo paz;

Doce convida o passante a permanecer.

 

4-E por fim, subimos ao céu para ai alcançar,

A Babilônia, dos jardins suspensos ao ar, 

De lindas verdes folhagens e flores que crescem,

De vistas que voam ao longe ao ar e no mar, 

Os rochedos que brotam do solo, imponentes,

Rodeiam sonho escondido, refugio e lar. 

©ALP Gouthier, 2011

Ipanema, Rio de Janeiro

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24.04 | 11:26

The Battle is a very impressive poem for me. I really like this. I also share this my friends during my https://www.goldenbustours.com/new-york-ny-tours/

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23.06 | 23:47

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