Introduction and Poem:AnastasiaPersephone/1970-2013

Persephone, Human who Married Hades / Perséphone, Humana que casou com Hades

About: Anastasia the Poem

Zeus, King of Gods / Zeus, Rei dos Deuses

About Anastasia Persephone / Sobre Anastasia Persephone

About Anastasia Persephone

Ver. 2013 May/AG

             After a lifetime of disagreeable notice by the press on the subject of my family, back in the part of the world that we come from, I have developed an aversion of appearing in any form of public media. It is just enough to be told that a newspaper or magazine has published something about any of us that I become alarmed, as usual expecting unpleasantness. If one of my family members gives a party, a wedding for instance, a great measure of success is to escape from coming to the notice of the local social columnists.

            Based on this profile it became a challenge for me to face the need of public exposure in becoming a writer. At first I thought the solution was to write only for family and especially for my descendants and never publishing. But then I realized that I wanted my message to reach the public in general so that I could achieve the main purposed of it which was to tell the story of my family from our point of view, as to challenge other versions spread out by people who did not really know us.

            I have gone to such lengths to live in privacy that I cannot allow almost anyone to breach the desired seclusion. For my writer’s name I use my three initials, which are characteristic of the family as many of us have the same, plus my husband surname. That made me feel a little protected but I found it impossible to expose myself any further. I soon realized that I was frightened to show my work, as well as to speak out in my books or even in Facebook using my own name. It is a strange logic but I feel that if I allow people to approach me closer they could take away my peace of mind. So I had to find a way to gather courage.

            As I idealized the Horizon Saga, a trilogy about my family within the background of history, I decided to use the real names of my forebears, so as to identify them, but thought it best to change the first names of most of my living characters, especially of immediate family, as to allow them continued privacy. I have in these cases used names as close as possible to the real ones as to help people that know us in person to identify us in the plot.

            It is with this frame of mind that I created Anastasia Persephone, who is my main character and narrator. I find it possible to speak out through her. She has become my shield, behind whom I hide and feel protected. I also set up a Blog, with a link to Facebook, in her name, through which I post my work for the first time. It is my way of building up courage to show myself to a sort of public. And step by step I hope to dare to become a writer.

            The choice of Anastasia’s name was based on the first two letters of her name being the same as my Christian name, as well the P of Persephone being the letter of my maiden surname. In the Oxford Dictionary of English Christian names Anastasia is described as such: From the Greek Anastasius, meaning resurrection. While Persephone in Greek mythology is the name given to the daughter of Zeus, who after her marriage to Hades, the god of the underworld, would spend half of each year in the kingdom of hell. In the other half she would return to earth, and her arrival each year would be signalled by the advent of spring. 

 ALP Gouthier

May2013

Sobre Anastasia, o Poema

Hades, God of the Underworld / Hades, Deus do Sub-Mundo

  Sobre Anastásia Persephone

Ver. 2013 Maio /AG

            Após uma vida inteira de noticias desagradáveis na imprensa sobre a minha família, na cidade de onde somos, eu desenvolvi uma aversão de aparecer em qualquer tipo de media publica. Basta eu saber que escreveram algo sobre qualquer um de nós, em uma revista ou jornal, e eu me sinto alarmada, prevendo algo ruim. Se alguém da minha família dá uma festa, por exemplo um casamento, é uma medida de sucesso conseguir escapar do conhecimento de colunistas sociais locais.

            Com base nesse perfil tornou-se um desafio para mim encarar a necessidade de exposição ao me tornar uma escritora. No principio cheguei a pensar em escrever somente para a família e especialmente para os meus descendentes e nunca publicar. Mas depois eu resolvi que eu queria enviar a minha mensagem ao publico em geral para que eu possa alcançar o meu proposito que é o de desafiar as outras versões da nossa historia espalhadas por pessoas que não realmente nos conhecem.

            Eu já fiz tanto para ter privacidade que eu não posso permitir que ninguém penetre a minha reclusão. Para o meu nome de escritora eu uso as minhas três iniciais, características da família e que vários de nós temos, adicionado pelo sobrenome de meu marido. Isso me fez sentir um pouco protegida mas, eu não consegui ir mais longe. Logo realizei que eu tinha medo de mostrar o meu trabalho, ou de falar através de minha literatura e até de usar o Facebook através de meu próprio nome. É uma logica um pouco estranha mas, eu sinto que se eu deixar alguém se aproximar de mim eles vão tirar minha paz de espirito. Então eu precisava encontrar um meio de ter coragem.

            Quando eu idealizei a Saga do Horizonte, que é uma trilogia sobre a historia da minha família, eu decidi usar nomes reais para os meus antepassados, para identifica-los, mas eu resolvi mudar os primeiros nomes da maior parte dos personagens vivos, especialmente da família imediata, para permiti-lhes a sua privacidade. Nesses casos eu usei nomes bem próximos dos verdadeiros para ajudar às pessoas que nos conhecem nos identificar na historia.

            Foi pensando isso que criei Anastásia Persephone, que é minha personagem principal e narradora. Eu consigo falar através dela. Ela se tornou meu escudo, atrás do qual eu escondo e sinto protegida. Eu também fiz um Blog, com link para Facebook em nome dela, onde posso colocar o meu trabalho quando o apresento pela primeira vez ao publico. É o meu modo de lutar contra o meu medo de expor-me. E passo a passo eu ouso me tornar uma escritora.

            A escolha do nome Anastásia foi inicialmente devido ao fato de começar com as duas primeiras letras do meu nome, e Persephone também inicia com a letra P que é a inicial do meu sobrenome de solteira. O dicionário de Oxford de nomes cristãos descreve o nome Anastásia como: Derivado do grego Anastasius, que significa ressurreição. E Persephone na mitologia grega é a nome da filha de Zeus, que após o seu casamento com Hades, o Deus do submundo, passou a lá viver por metade de cada ano. Na outra metade ela voltava ao mundo, e a sua chegada, a cada ano, era marcada pelo principio da primavera. 

ALP Gouthier

 

Anastasia the Poem/ Written: 2013

Warrior Princess / Princesa Guerreira

Period Covered: 1963- 2013

Anastasia Persephone

Ver. May 2013/AGMetre:8/MW

 11 Stanzas

 

1-Anastasia Persephone

From meteor to Northern Lights;

Whose profile now reminds us

Of one gone because unkind words

That we spat out; but pack of lies.

 

2-We willed to ground you, as fallen-star

But you did not fall and just remained

A tail of fire across the sky

Never to sink within our sight.

 

3-Anastasia elsewhere brightens, chose

Far off heavens in which to shine

Out of reach of our talons and lies,

Metamorphosed.

 

4-Anna is the hunt, Anastasia

The strong huntress, armed against

Vulgarity her major foe,

And lies are her adversaries.

 

5-Thus emboldened found

Courage to speak out and defend

Only her brood and her nest

No-one else may come near to her.

 

6-She said:  I will never forgive such calumny

Nor ever, ever forget.

My nature has led me to

Always persist and to hit back.

 

7-Thus action and consequence

So endlessly repeating words

Of truth that sprout from mouth, so loud,

From soul bathed in bitter venom.

 

8-Our guilt was to possess great wealth,

Through time considered sin;

Accused with no right of defence, and stoned

To a pulp, breathless but alive.

 

9-We survived, but only I escaped

The others remained to face the onslaught;

I urged my father to flee

But he refused to run.

 

10-It is my mission now to fight

To clear our name from this smear campaign,

And tireless I can also be.

This I learned from the father I loved.

 

11-Anastasia Persephone,

Now Aurora Borealis,

Flickering fire-like lights,

Too brilliant to be ignored.

 ©ALP Gouthier

March 2013 

Anastásia o Poema/ Escrito: 2013

Perseus, Demi-God, son of a Human with Hades / Perseus, Semi-Deus, Filho de Humana com Hades

Periodo da Historia: 1963 - 2013

 Anastásia Perséphone

Ver. Abril 2013/AGMetre10/

 11 Estrofes

 

1-Anastásia Perséphone de

Meteoro a luzes do norte

Que o seu perfil nos faz lembrar alguém

Que se foi embora, por palavras

Cuspidas, e inverdades ditas.

 

2-Pensamo-la estrela cadente

Mas ela não caiu, permaneceu,

Com cauda de fogo através céu

E nunca a descer ao horizonte.

 

3-Anastásia brilha tão distante,

Em terras longínquas que escolheu

Longe nossas mentiras e garras,

Metamorfoseada agora.

 

4-Anna é a caça, Anastásia

A caçadora, forte, armada

Vulgaridade seu maior horror,

Mentira a sua adversaria.

 

5-Fortalecida criou coragem

De falar e defender só os seus,

Que também lhe amaram, mais ninguém

Pode dela aproximar ou ver.

 

6-E diz: Não perdoarei calunias,

E também não esquecerei jamais,

Minha natureza ensinou-me a

Na defesa insistir, reagir.

 

7-Portanto ação e consequência

Repetindo palavras estarei

Da verdade  sussurradas sempre,  

De alma banhada em veneno.

 

8-Nosso pecado a riqueza possuir,

Através tempo, então e agora,

Acusados sem direito defesa

Apedrejados, mas com vida.

 

9-Sobrevivemos, só eu escapei,

Outros ficaram para enfrentar.

Disse ao meu pai devias fugir,

Mas recusou-se então a correr.

 

10-É minha missão agora lutar,

Nosso nome limpar de campanha

Vil a nos denegrir. Incansável

Sei ser, aprendi de pai que amei.

 

11-Anastásia Perséfone,

Agora Aurora Boreais,

Lançando luzes que como fogo,

Brilham demais a ser ignoradas.

 

©ALP Gouthier

Abril 2013

 

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24.04 | 11:26

The Battle is a very impressive poem for me. I really like this. I also share this my friends during my https://www.goldenbustours.com/new-york-ny-tours/

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23.06 | 23:47

Hi Anna ! Congratulations for your site ! Very touching, the passage in which you expose your sorrow for not being able to cooperate with your father...

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Boa tarde, agradecia o seu contacto para o meu email, pois precisava de esclarecer um assunto relativo a um Prédio em Lisboa. Melhores cumprimentos,

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